quarta-feira, 23 de novembro de 2011

UMA PAUSA PARA... CURIOSIDADES SOBRE A TURMA DA VILA!


 E que tal uma pequena pausa para curiosidades e interessantíssimas histórias sobre nossos queridos personagens da Vila mais famosa do mundo?
Pesquisar sobre Chaves é uma tarefa hercúlea, minha gente! São tantas informações, tantos dados, tantos episódios que é facinho facinho a gente se perder e ficar sem saber por onde seguir!
As informações separadas, aqui, tratam de curiosidades acerca do seriado e do elenco, com informações que certamente devem constar no questionário de todo e qualquer fã assíduo do programa!
Preparados para conhecer um pouco mais sobre o "programa número um da televisão humorística"?
Então vamos lá!

Malicha, a afilhada do Seu Madruga que veio substituir a Chiquinha.

Seu Madruga tinha um primo e uma afilhada no seriado!

A família de Seu Madruga não acabou quando faleceu o seu tio Jacinto, cuja morte rendeu ao nosso Madruga uma herança e tanto: um terno usado muito acima do seu tamanho! Chespirito, dessa vez por necessidade, criou dois personagens que se apresentaram como parentes do nosso querido Seu Madruga. O primeiro foi o Seu Madroga, um primo bem parecido com ele, que surgiu num episódio cancelado pelo SBT, cuja história é quase idêntica a um outro episódio (na verdade, uma versão posterior) em que Quico fica preso dentro de uma caixa de madeira. Madroga tem todas as características do Seu Madruga (que não participou desse episódio por motivos óbvios - leia adiante) e chegou, inclusive, a dar um daqueles cascudos no Chaves. Chespirito criou às pressas o Seu Madroga porque Ramón Valdéz teve problemas de saúde e por isso não pôde comparecer às gravações desse capítulo especificamente. O primo do Madruga, então, serviu para substituir o ator que faz o "vagabundo" original da vila. 

Maria Luísa Alcalá interpretou a personagem Malicha (Malu, no Brasil), sobrinha do Seu Madruga.

Outro caso parecido é o de Malicha. Essa personagem aparece em apenas três episódios não exibidos no Brasil, e foi criada por Chespirito para substituir a Chiquinha, que havia saído do elenco em 1974 para gravar seu programa solo. Depois desse período, María Antonieta de las Nieves resolveu voltar ao Chaves e Malicha desapareceu do mapa (ou melhor, da vila!).

Quem tem inveja do Quico?

Quem será que conta a verdade? Segundo Carlos Villagrán, o Quico, seu personagem estava ganhando muito mais popularidade do que os outros e chegou a ser até mais querido que o próprio Chaves. Em entrevista, chegou ele a dizer que isso causou inveja nos outros atores da série, que tentaram diminuir seu papel no programa. Villagrán, então, não aceitou o boicote dos colegas e, revoltado, decidiu abandonar de vez a família Chaves. Já Chespirito diz que o que ocorreu não foi bem assim. Bolaños afirma que Carlos Villagrán simplesmente decidiu deixar o grupo para tentar seguir carreira solo num outro seriado. Chespirito disse que, quando Carlos lhe notificou a sua saída do elenco, ele simplesmente respondeu que ficasse à vontade para decidir, tivesse boa sorte e que, se acaso resolvesse voltar, seus amigos o receberiam no programa de braços abertos. Mas isso nunca aconteceu. Quico realmente virou personagem independente e, embora não tenha feito muito sucesso, não voltou ao Chaves. Como diria o Seu Madruga: "Força de vontade! Força..."

Falando no mimado filho de Dona Florinda...

Quico, Kiko, Kico ou Quiko? Pelas anteninhas de vinil do Chapolim Colorado, que confusão! Afinal, como se escreve o nome do personagem de Carlos Villagrán? Simples: Quico é o nome do personagem criado por Chespirito. Quando Carlos Villagrán deixou o elenco para ter seu próprio programa solo, registrou o nome Kiko. Portanto, Quico é o garoto que vive na vila do Chaves, e Kiko é o personagem de Carlos Villagrán em seus programas solo - alguns capítulos deles até passaram no Brasil há um tempo, pela TV Bandeirantes.

Pópis fez com que Chaves perdesse um telespectador!

A sobrinha da Dona Florinda, pudera, fez com que Chespirito perdesse um fiel telespectador e lhe causasse um certo arrependimento. Quando criou a parsonagem Pópis, a menina mimada, tonta e com voz fanha, jamais Roberto Gómez Bolaños pensou que poderia causar um problema na vida de um menino que, fanho como a Pópis, passou a ser ridicularizado pelos seus coleguinhas da escola. O pai do garoto, indignado, enviou uma carta a Chespirito dizendo que jamais voltaria a assistir seus programas por tal motivo. Arrependido, Chespirito cancelou a segunda personagem de Florinda Meza por um ano. Depois desse período, a Pópis voltou a aparecer nos capítulos de Chaves, só que com voz normal. O curioso é que, no Brasil, a Pópis foi dublada com voz normal, só um pouco fina, no começo - quando deveria ser fanha - e, depois, foi dublada com fanhez - quando deveria ser dublada com voz normal. Mas voltando ao pai indignado, até hoje não se sabe se ele realmente deixou de assistir aos programas de Chespirito ou não resistiu e cedeu à tentação. Ah, conta tudo pra sua mãe, Roberto!

O episódio do cinema tem algo de especial...


É verdade que todo episódio, seja de Chaves, Chapolin ou qualquer outro programa de Chespirito, sempre tem algo de especial, diferente, marcante. Mas o episódio de Chaves em que todos vão ao cinema assistir ao filme do Pelé possui algo ainda mais especial. É que esse foi o primeiro episódio filmado depois que Quico deixou de vez o elenco do seriado. Neste capítulo, Dona Florinda diz ao Seu Madruga que "Quico foi morar com as tias ricas", pois isso ajudaria na sua educação. Esta foi a explicação que Chespirito deu, no seriado, para o repentino sumiço do personagem. Pode-se ver no rosto da personagem de Florinda Meza uma certa tristeza; ou seja, ela deu mais força à explicação de Chespirito, auxiliando o andar do roteiro. Realmente todos deveriam ajudar, pois fica difícil imaginar como uma mãe totalmente coruja como a Dona Florinda tivesse resolvido "entregar" seu filho a uma irmã (ou cunhada), mesmo sabendo que isso seria para um melhor futuro de seu xodó.

Sem cultura é a sua avó!

Ainda há quem diga que Chaves e Chapolin são programas idiotas que não acrescentam nada a ninguém. É certo que ambos são seriados de humor cujo objetivo principal é entreter o público, mas é errado dizer que os programas não têm cultura. Chespirito, pode-se perceber claramente, é um homem de bastante cultura e acaba passando-a para seus programas. Ele já parodiou personagens clássicos da literatura mundial como Fausto de Goethe, Dom Quixote e Guilherme Tell, além de personagens bíblicos como o Rei Salomão, personagens históricos como Cristóvão Colombo, Cleópatra e Júlio César, filmes clássicos como Cantando na chuva, humoristas mundialmente prestigiados como Charles Chaplin e o Gordo e o Magro, personagens de contos de fadas como Branca de Neve, o Alfaiate Valente e muitos outros! Para se fazer uma paródia decente, é necessário que se conheça a fundo o assunto a ser parodiado. E se ele conhecia a fundo tantas coisas assim, dos mais variados compos, desde a História até a Bíblia, passando pela Literatura, pelo Cinema etc., podemos concluir somente uma coisa: o homem é culto para caramba!

E como eram feitas as bochechas do Quico?

Extra! Extra! Carlos Villagrán não é bochechudo, não! E tampouco usava algodão dentro da boca para ficar com aquelas bochechonas do Quico. Sabe o que acontece? É que Carlos Villagrán tem um problema raro na face: ele consegue inflar as bochechas e fazê-las parecerem inchadas. E pode falar normalmente fazendo isso, só não pode comer. Por quê? Porque se ele come com a bochecha "cheia", a comida cai no "buraco" que fica nas laterais da boca. Numa de suas vindas ao Brasil, em entrevista ao Programa Livre, de Serginho Groisman, Carlos Villagrán demonstrou à plateia presente que não usava enchimentos na boca e que também não tinha as bochechas grandes! Era tudo somente uma questão de utilizar-se habilidosamente de um defeito físico!

E, a propósito, como surgiu o Quico?

Em 1971, Chespirito disse a Carlos Villagrán que escolhesse um traje de criança, pois ele interpretaria o personagem Quico. Carlos encontrou o traje de marinheiro, mas não queria se parecer com um outro personagem mexicano de humor, Chabelo, famoso na época. (Em tempo: no ano de 1994, Chabelo chegou a fazer, com María Antonieta de las Nieves, o programa La Chilindrina en apuros.) Então, Villagrán colocou aquele chapeuzinho e foi perguntar a Chespirito como ele deveria falar: com ou sem as bochechas infladas. Nem é preciso dizer que Chespirito o preferiu com as bochechas de "buldogue velho", não é mesmo?

E o sumiço da Chiquinha?

Entre os anos de 74 e 75, María Antonieta de las Nieves decidiu se separar do grupo e tentar uma carreira solo. Por isso vimos alguns episódios regravados e outros com gravação inédita sem a presença da personagem que ela interpretava, a Chiquinha. Mas o que talvez ninguém saiba é aonde ela foi se meter. Erra quem acha que ela foi tentar um seriado humorístico solo, como fez Carlos Villagrán. Não, María Antonieta só fez isso depois, bem depois, na década de 90. Naquela época, entre 74 e 75, quando deixou o elenco de Chaves e Chapolin, nossa querida Chiquinha foi trabalhar no Canal 13 do México, apresentando um programa de variedades que ela mesma conduzia e que se chamava Pampa pipitzin. Não obteve muito êxito e logo voltou aos seriados que lhe deram fama.

Uma trajetória e tanto!

O programa Chaves foi transmitido ininterruptamente por toda a década de 70, de 80 e até de 90, mas, em seus últimos anos, sofreu uma triste perda de qualidade e, conseqüentemente, de audiência. De fato, a grande maioria dos capítulos que se transmitem na América Latina correspondem aos programas gravados nos anos 70 e no início dos anos 80, quando estava em seu ápice de popularidade. Em meados dos anos 90, vários protagonistas do elenco saíram por problemas de saúde (Raúl Padilla, Angelinez Fernández, Edgar Vivar), as cenas se tornaram lentas e o humor, mais léxico que visual.



O envelhecimento de Roberto Bolaños, com quase 70 anos naquela época, não colaborava para que ele continuasse com o papel de Chaves, até porque as câmeras evitavam closes e os capítulos foram reduzidos a espaços dentro do programa semanal Chespirito. Esta fase dos seriados, nós vimos aqui no Brasil no programa Clube do Chaves. O último capítulo gravado de Chaves foi em 1995, fato que fechou a história de um dos programas mais transcendentais da televisão humorística latinoamericana. Assim, Chespirito cancelaria todos os seus personagens interpretados por si próprio para se dedicar como produtor, escritor e ator de teatro.


A ilusão deve permanecer

Há algum tempo, quando Chespirito foi entrevistado no programa Show de Cristina, apresentadora que fazia alguns programas especiais no México, o humorista contou uma história curiosa: em uma certa viagem que fez à Colômbia com todo o elenco do programa Chaves, estavam visitando alguns sítios turísticos e viajavam de ônibus. Em uma parada, um garotinho que vendia doces subia em todos os ônibus para vender sua mercadoria. Quando entrou no ônibus em que estavam os atores, ficou paralisado ao ver Chespirito. No mesmo instante, o garotinho pegou todas as moedas que estavam em seu bolso e entregou ao "Chaves", dizendo: "Tome, para que compre o seu sanduíche de presunto"; Roberto Bolaños ficou espantado diante da atitude do pobre menino e aceitou o dinheiro, emocionado: não quis que a ilusão daquela criança acabasse.


Nossa fonte: Chaves Online

terça-feira, 22 de novembro de 2011

TUDO SOBRE CHAVES: PATY


Ela e sua tia Glória foram as únicas personagens a ganhar vários rostos ao longo de toda a série.
Quem não se lembra da garotinha bonita e indefesa que arrebatava o coração dos meninos da Vila e punha a Chiquinha louca de ciúmes cada vez que era alvo das atenções e delicadezas do Chaves e do Quico?
Impossível deixar de lado uma personagem que, mesmo tendo aparecido tão pouco, sempre é lembrada com muito carinho e saudosismo pelos fãs.
Nossa estrela de hoje no "Tudo sobre Chaves" é ela, a encantadora Paty!


A menina bonita da Vila

Paty mora em um apartamento da Vila com sua tia, Glória. Ela é uma menina encantadora, principalmente aos olhos do Chaves e do Quico. Quando os meninos a veem, enchem a doce garota de mimos, fazendo Chiquinha se roer de ciúmes e, por raiva, querer roubar o seu encantador ursinho de pelúcia ou lhe aplicar alguma travessura.
Para quem não se recorda, a personagem já foi interpretada por quatro atrizes: uma "anônima" (os sites de fãs na rede não conseguiram identificar o nome da moça que interpretou a vizinha bonita pela primeira vez!); Rosita Bouchot, em 1975, foi a segunda da sequência; Ana Lilian de la Macorra foi Paty de 1978 e 1979, na terceira versão e, por fim, Verónica Fernández, filha da atriz Maria Antonieta de las Nieves (Chiquinha), interpretou Paty no "Clube do Chaves".
Acompanhe o quadro abaixo, devidamente numerado, para relembrar o rosto de cada uma das atrizes que interpretaram a personagem no seriado Chaves:


Mesmo com tantas versões, no Brasil, onde o seriado ainda é transmitido pelo SBT, é possível ver somente os episódios em que a atriz Ana Lilian de la Macorra interpretou a personagem.
Ana Lilian, para quem não sabe, era uma das produtoras dos programas Chaves e Chapolin nos anos 70 e, depois da sua participação como atriz nos programas de Chespirito, continuou trabalhando na Televisa, na produção de diversas novelas e séries. Paralelamente a sua atividade artística na televisão, Ana formou-se psicóloga.
Segundo o ator Edgar Vivar, em recente entrevista, Ana Lilian era assistente de produção da série e nunca foi atriz de verdade mas, devido ao seu carisma e beleza angelical, em 1978 acabou ganhando o papel de Paty em diversos episódios da série.
Atualmente, segundo informações não-oficiais, Ana Lilian trabalha como psicóloga na Cidade do México, tendo escrito diversos artigos em periódicos e revistas mexicanas.

Ontem e hoje: o tempo foi gentil com a graciosa Ana Lilian!

Curiosidades:

• Semelhante ao que se passa com a Chiquinha, Nhonho também demonstrava, em alguns momentos, não gostar muito da menina. No episódio "O amor chegou à vizinhança", por exemplo, Nhonho convida Chaves para brincar com ele de bombeiros. Quando Chaves menciona Paty, pretendendo convidá-la para brincar com eles, Nhonho se recusa e não deixa Paty entrar na brincadeira. Apesar disso, em outro momento, Nhonho demonstrara algum interesse por ela no episódio "Dia dos Namorados", uma vez que esperava que ela lhe entregasse um bilhete de amor. Contudo, fãs apaixonados da menina eram mesmo o Quico e o Chaves, que tudo faziam para lhe chamar a atenção ou ganhar dela alguns beijinhos como recompensa!
• No episódio "Aula de Ciências Naturais" (aquele das pérolas), Paty é chamada por Professor Girafales, porém seus colegas de classe respondem que ela não foi à escola pois estava doente;
• Paty foi introduzida como convidada no seriado, assim como sua tia Glória, Dona Edwiges, Senhor Furtado, Senhor Carequinha, Cliente do Restaurante de Dona Florinda, entre outros;
• Paty aparece no clipe "O dia das crianças" e é a única personagem que carrega uma placa de língua inglesa. A placa dizia: "Adults go home", ou seja, "Adultos, vão para a casa!";
• Nos gibis do Chaves, publicados pela Editora Globo, Paty foi confundida com Pópis, originando uma personagem híbrida das duas primeiras. A "Pópis" dos quadrinhos brasileiros, assim, possuía características que lembravam muito mais as da Paty no seriado, como o fato de ela ser mais bonita e do Chaves e do Quico serem apaixonados por ela;

Nos quadrinhos brasileiros, Paty e Pópis se fundiram numa mesma personagem.

• Paty é uma das poucas personagens cujas intérpretes não integram ao elenco do Chapolim, excetuando-se Rosita Bouchot, que fez a segunda versão. Mas Ana Lilian trabalhou na produção tanto de Chapolim quanto de Chaves;
• "Patricia Jiménez" é o nome completo da personagem.

Galeria das Paties: acompanhe imagens das várias versões da personagem.

Morena, de fita nos cabelos. Esta foi a primeira cara da personagem, em 1972.

Traços que lembram os da atriz brasileira Alessandra Negrini.

A segunda Paty e seu urso de pelúcia gigante.

Com vestidinho que fazia propaganda do Chapolim Colorado!

Conversando com o Chaves no pátio da Vila.

Ana de la Macorra: a nossa eterna Paty.

Traços angelicais a transformaram na melhor Paty de
todos os tempos, segundo afirmam os fãs da série.

A quarta e última Paty, a filha de Maria Antonieta de las Nieves.

Sem dúvida, a menos bela de todas elas.

Bônus: Vídeo gravado em 11 de novembro de 2011 (11/11/11) mostra como está a atriz Ana Lílian de la Macorra na atualidade! Nele a atriz convida as pessoas a "vibrarem alto" nesta data especial para retribuir ao Universo toda a energia que ele nos oferece. Aperte o play e confira!

ENTREVISTA COM MARIA ANTONIETA, A CHIQUINHA!

Em rápida passagem pelo Brasil no mês passado, Maria Antonieta contou aos 
jornalistas um pouco de sua vida e carreira.

“Dizem que sou maravilhosa, que me amam e choram”. É assim que a atriz mexicana Maria Antonieta de Las Nieves, a Chiquinha, do “Chaves”, descreve o tratamento que recebe dos brasileiros. Pela primeira vez no Brasil, a atriz que deu vida a uma das personagens mais carismáticas da televisão conversou com a imprensa antes de participar do “Programa do Ratinho”.
Durante o breve bate-papo com jornalistas, ela falou sobre a experiência de participar do “Chaves” e do início de sua carreira, ao seis anos de idade. Além de cantar, dançar e atuar, seu grande sonho era se tornar bailarina. “Depois entrei para o mundo da televisão e comecei a fazer novelas. Até que um dia, fui apresentada ao ‘Chaves’. Ele fazia um programa que passava aos sábados e me convidou, em 1968. No começo eu não queria, pois não imaginava fazer comédia. Fui convencida, pois me falaram que para ser uma boa atriz era necessário saber fazer humor e drama”, contou.


Com seu jeito engraçado mesmo depois de anos, Chiquinha fez muita gente rir ao relatar a experiência de gravar pela primeira vez. Ela contou que ficou tão nervosa que ficou com vontade de ir ao banheiro. “Nesse momento, parecia que eu tinha mariposas no estômago. Quando acabei de gravar, o Roberto Bolaños (que interpreta o Chaves) falou que eu precisava só um pouco mais de timing, mas assinei contrato”.
Ela disse também que participar do seriado sempre foi um grande prazer. Sobre seus episódios favoritos, ela cita três: o memorável capítulo de “Acapulco”, o episódio da “Boa Vizinhança” e o que acusam o “Chaves” de ser o ladrão da Vila. “Foi muito bom gravar este último. O Chaves deu uma boa lição no ladrão, dizendo que não desejava o mal dele, e sim que ele se tornasse uma pessoa boa. A mensagem foi linda”, disse.


Briga com Bolaños

Ao ser questionada sobre a briga com Roberto Bolaños, a atriz brincou: “Não me lembro do que aconteceu, minha memória é muito fraca”, mas depois esclareceu o motivo da confusão. O desentendimento ocorreu quando Bolaños decidiu acabar com as gravações do seriado.
Maria Antonieta recebeu convites para continuar gravando a personagem Chiquinha e conseguiu os direitos autorais dela. “O fim do ‘Chaves’ foi muito estranho. Do nada paramos de gravar, todo mundo queria uma resposta e ele disse que nunca mais gravaríamos. Então eu disse: ‘Se você não quer continuar fazendo o seu papel, eu quero continuar com o meu’”, recorda.


Família

A atriz veio ao Brasil acompanhada de seu marido, Gabriel Fernándes, o narrador dos capítulos originais de “Chaves”. Os dois se conheceram antes das gravações e já estão casados há 40 anos. Eles têm dois filhos, cinco netos e uma cachorrinha.
Uma curiosidade que poucos sabiam é que a personagem Paty (em sua última versão, do programa 'Clube do Chaves'), é filha real de Maria Antonieta. A mexicana falou que sempre se emocionava nas cenas gravadas com a filha.

Fonte: Yahoo

TUDO SOBRE CHAVES: DONA FLORINDA / PÓPIS


E quem nunca ficou com raiva da megera número um dos seriados televisivos, hum?
Antipática, grosseira, convencida e arrogante, Dona Florinda é, com certeza, uma referência muito comum quando se fala de personagens-tipo em comédias de costume, como é o seriado Chaves.
Simpática ou não (e há quem afirme que, nos bastidores, a senhora Bolaños não é muito diferente da personagem que interpretou durante anos, na vila!), Dona Florinda, assim como seus colegas de elenco, é peça fundamental no cenário cômico criado por Chespirito, protagonizando muitos momentos hilários e nos fazendo rir de sua pretensa superioridade em relação aos demais, bem como de seu amor superprotetor em relação ao seu "tesouro", Quico.
Dando continuidade a nosso especial "Tudo sobre Chaves", falamos, hoje, da atriz que deu vida à mamãe do Quico e também à chatinha da menina Pópis: Florinda Meza.

No auge da sua beleza, na década de 70, quando gravava o seriado Chapolim.

Um pouco da atriz

Florinda Meza nasceu em 8 de fevereiro de 1948, em Juchipila, no México.
Quando pequena, seus pais se separaram e a deixaram aos cuidados dos avós, que logo falaceram, deixando Florinda e seus irmãos à deriva. Desta maneira, diante das primeiras dificuldades enfrentadas, seu caráter se fortaleceu e forjou sua personalidade firme, determinada e decidida.
Em sua juventude, sua vocação artística a levou a estudar arte dramática na ANDA (Asociación Nacional de Actores). Trabalhou como atriz de comerciais para televisão e teve diversos outros trabalhos, como o de secretária, para poder pagar por seus estudos.
Sua evidente capacidade a fez integrar a exitosa equipe de Roberto Gómez Bolaños no ano de 1969 e foi o próprio Chespirito quem a descobriu quando ela atuava em "sketches" de programas humorísticos da casa. Ele então a convitou para fazer parte do seu programa "Los super génios de la mesa cuadrada".
Desde então se converteu na estrela feminina da série "Chespirito", realizando diversas caracterizações como Dona Florinda, Chimoltrufia, Pópis, Rosa Rumorosa etc. Aí também começou a florecer seu talento literário, o qual se precebe em várias adaptações de feitas de antigos episódios de "Chespirito", em que formalmente assume o ofício de escritora/redatora.


Ao longo dos anos da relação profissional surge um laço amoroso entre Roberto Gómez Bolanõs e Florinda Meza, mas os dois só se casaram oficialmente em 2005, após mais de 30 anos juntos.
Uma curiosidade acerca do trabalho de Florinda é que, dado o enorme sucesso de sua personagem "Chimoltrufia", a atriz lançou sua própria revista semanal baseada nesse personagem, alcançando grande êxito editorial.
Hoje em dia ela vive no México, sempre ao lado do marido Bolaños, já muito idoso e vítima de algumas limitações devido a sucessivos problemas de saúde que o debilitaram muito.


Florinda Corcuera y Vidialpango (viúva de Frederico Matalazcayano)

Mais conhecida como Dona Florinda (no original Doña Florinda) é uma personagem da série Chaves interpretada por Florinda Meza. A personagem participou de todas as temporadas da série clássica, da série Chespirito e também da recente série animada.
Uma senhora rude e grossa, Dona Florinda mora na casa 14 da vila. Viúva de um marinheiro chamado Frederico, Florinda cria sozinha o mimado e invejoso filho Quico. Florinda detesta a vila onde mora e sonha em, um dia, deixar o miserável lugar para se mudar para um local de "mais categoria". Arrogante e presumida, Florinda gasta o pouco dinheiro que ganha da pensão do falecido marido comprando mimos para seu filho, a quem protege com unhas e dentes. Vê todos na vila como mulambentos e pobres, não se importanto em parecer simpática. Sempre mal-humorada, Florinda adora distribuir tapas e pancadas a quem ela considera o maior vagabundo e mais ordinário homem do mundo: o Seu Madruga.


Seu mau humor e aparência envelhecida lhe valem alguns engraçados apelidos entre os demais moradores da Vila como o de "velha coroca", "velha carcomida", "velha briguenta", "velha valentona", "cara de vela derretida", "monstro do espaço", entre outros.
Apesar de tantos defeitos, Dona Florinda é uma exímia cozinheira, e está sempre preparando deliciosos bolos e quitutes, especialmente para sua maior paixão: o vaidoso Professor Girafales. Os dois apaixonados ficam minutos congelados quando olham um ao outro. Florinda sempre lhe oferece uma xícara de café e, em troca, o Professor sempre lhe dá um buquê de flores.


O restaurante de Dona Florinda

No último ano da série clássica, Florinda, aconselhada por Girafales, comprou o botequim da esquina, transformando-o em um restaurante. Na verdade, o restaurante foi uma criação de Roberto Bolaños para dar um novo ar e uma nova função à personagem Dona Florinda: com a saída de Carlos Villagrán, o Quico, e de Ramón Valdéz, o Seu Madruga, Florinda corria o risco de ficar "apagada" no seriado, uma vez que sua ação estava essencialmente vinculada aos mimos do filho e a sua tumultuada relação de antipatia com o Seu Madruga.
O curioso é que, talvez mesmo "sem querer querendo", Dona Florinda acabou se tornando um pouco mais gentil nesta fase. Em seu restaurante, muitas vezes, a vemos de ânimo mais sereno e ligeiramente mais cordial com a "gentalha" da Vila.
Para compensar o menor destaque dado à Dona Florinda depois da saída de Quico, Bolaños aumentou a participação da esposa no núcleo infantil da série, colocando a Pópis como personagem fixo entre o Chaves, a Chiquinha e o Nhonho.


"Conta tudo pra sua mãe, Quico!"

A menina boba e fanha é a prima do Quico e muito parecida fisicamente com sua tia, Dona Florinda. Sempre com sua boneca Serafina, Pópis se esconde atrás do primo e não hesita em mandá-lo "contar tudo para sua mãe" quando alguém o aborrece ou machuca.
Depois de sua estreia na escolinha, Pópis começou a ser mais participativa com a saída da Chiquinha, se tornando uma "estepe". Nhonho, aparentemente, tem uma paixão não correspondida por Pópis.
Curioso é que Pópis não é fanha no México: ela o era no ínicio, em suas primeiras aparições, mas Chespirito recebeu uma carta do pai de um garotinho fanho que dizia que os colegas do menino tiravam sarro do seu problema na escola, por causa da personagem, e dizia ainda que, se aquilo continuasse, nunca mais ele iria deixar o filho assistir aos seus seriados. Tal carta abalou bastante o sensível Bolaños e o fez sumir com a personagem por mais de um ano. Tempos mais tarde, Pópis voltou ao seriado, mas já não era mais fanhosa.
No Brasil, no entanto, o processo foi justamente ao contrário: nos primeiros episódios dublados com a personagem, ela falava normalmente e depois, numa resolução da equipe de dublagem, para que a personagem se tornasse mais cômica, ficou fanha.

Mas o que significa o nome "Pópis"?

Há muitas explicações para o nome de Pópis. Alguns dizem que este é o verdadeiro nome dela, outros, que é apenas um apelido. Mas a versão mais aceita entre os fãs da série é a de que o seu nome seria Maria Papisa (nome muito comum no México) mas, por um erro de registro em cartório, acabou virando "Maria Popisa", daí originando o apelido Pópis.

Tal tia, tal sobrinha!

Assim como Dona Florinda, Pópis coleciona alguns bordões. Veja, abaixo, alguns dos mais famosos:


Dona Florinda:

"Professor Girafales... Que milagre o senhor por aqui!"
"Não gostaria de entrar e tomar uma chícara de café?"
"Mas é claro que não. Pode entrar!"
"Vamos, tesouro, e não se junte com essa gentalha!"
"E da próxima vez, vá dar beliscões na sua avó!"
"Isso é o que se tem de aguentar quando se é lá da alta!"
"Vamos! Continue... continue!"
"Frederico!"(Quando se irrita com o Quico)


Pópis:

"Ah! Conta tudo pra sua mãe..."
"Mas eu vou te acusar!"
"Gritou comigo?!"
"Vou contar tudo para a minha mãe!"
"Serafina! Toma, toma, toma!"


Nossas fontes de consulta:

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

TUDO SOBRE CHAVES: SEU MADRUGA


Nome completo: Ramón Valdez.
Personagens que interpretou: Don Ramón (Chaves) e vários outros em Chapolim.
Data de Nascimento: 2 de setembro de 1923.
Data de Falecimento: 9 de agosto de 1988.

E não é à toa que, quando se pergunta a um chavesmaníaco sobre sua personagem preferida no seriado, não raro se escuta como resposta: "O Seu Madruga, claro!"
Talvez pelo comportamento tipicamente brasileiro, pelas caras engraçadas e o tipo físico propício ao humor espontâneo, Ramón Valdéz imortalizou a personagem na lembrança de todos nós.
Seu carisma e talento inegáveis renderam momentos extremamente hilários ao seriado mexicano mais querido do Brasil.
Querido pelos colegas de elenco tanto quanto pelos fãs, Ramón nos deixou há 23 anos e o Alfarrábio traz aos seus leitores uma rápida biografia do ator, através da qual você conhecerá fatos curiosos e importantes de sua carreira na televisão. 


QUE É QUE FOI, QUE É QUE FOI, QUE É QUE HÁ?

Ramón nasceu na Cidade do México mas, ainda bebê, se mudou com a família para Ciudad Juárez.  Tornou-se ator assim como os seus irmãos, Tin Tan e El Loco Valdez. Com o papel de um bêbado, Ramón entrou para o elenco do programa Los Supergenios de La Mesa Cuadrada, ao lado de Roberto Gómez Bolaños, Ruben Aguirre e Maria Antonieta de Las Nieves. Logo Bolaños criaria os inesquecíveis personagens Chaves e Chapolin e Ramón foi convidado para participar das séries. Ele ficou no programa até 1979, quando Carlos Villagrán, o Quico, deixou o elenco para ter seu programa solo. Valdéz o acompanhou (sendo substituído por Raul Padilla, que fazia o carteiro Jaiminho), mas tempos depois, retornou ao elenco de Chespirito, devido a um desentendimento com Villagrán. Depois de retornar ao seriado Chaves, ficou na série por pouco tempo. 


Durante o período em que ficou fora das séries, de 1979 a 1981, foi alvo de severas criticas por parte de Bolaños. Em 1979, o criador e intérprete do Chaves deu uma entrevista em que repreendia muito as saídas de Ramón e Carlos. Sobre Valdéz,Chespirito disse que ele não tinha nenhuma esperteza, era mais traidor que Villagrán e que só podia estar louco em abandonar seu programa. 
De volta aos domínios de Chespirito, a segunda saída de Valdéz aconteceu por causa de constantes  desentendimentos com Florinda Meza, esposa de Chespirito, que começava a se meter em tudo o que dizia respeito às séries, como produção, direção, etc, e isso, ao que parece, não agradou a Valdéz (pelo que se comenta nos bastidores do seriado, nenhum dos atores da série se entendia muito bem com a temperamental  Florinda, a quem chamavam de a "Dama de Ferro"!)

Com a Bruxa do 71, digo, a Dona Clotilde, nas histórias em quadrinhos 
publicadas no Brasil pela Editora Globo.

Fumante assíduo, Ramón foi internado com um câncer, no ínício do ano de 1988, vindo a falecer em 09 de agosto do mesmo. Uma passagem emocionante ganhou corpo quando Carlos Villagrán o visitou e, segundo relato de amigos presentes, combinou “de se encontrar com ele no céu”. Ramón o contrariou, mantendo o bom humor que sempre tivera ao devolver: “Não seja louco, Carlos! Nos vemos lá embaixo, no inferno!”.
A morte de Valdéz foi duramente sentida pelos amigos mais próximos. Segundo sua filha, Angelines Fernández, a intérprete da famosa Bruxa do 71, ficou muito tempo ao lado do túmulo de Valdez, após o seu sepultamento, conversando com ele. Edgar Vivar, o Senhor Barriga, diz ter sabido da notícia ao voltar de uma viagem, ainda no aeroporto e ter rompido em prantos imediatamente. Bolaños, por sua vez, afirmou à imprensa mexicana que o único humorista que já o fizera rir de verdade, na vida, foi Valdéz, enaltecendo o talento e vocação nata do ator. Maria Antonieta de las Nieves, a Chiquinha, se emocionou em uma entrevista quando lhe perguntaram sobre Ramón Valdez, chorando muito. De Las Nieves disse que Don Ramón era como seu pai de verdade e chegou até a gravar uma música em sua homenagem, que sempre dedicava a ele em suas apresentações por circos, no México.
Uma figura tão carismática e tão querida como a do bom e velho Seu Madruga sempre irá povoar nossas melhores lembranças de forma muito querida e nostálgica.
Fica registrada, aqui, a nossa afetuosa e singela homenagem ao grande ator.


Nossas eternas saudades, Seu Madruga!

As melhores frases do Seu Madruga

Você já as ouviu e, provavelmente, morreu de rir com elas! Nós, do Alfarrábio, preparamos a maior coletânea de frases famosas desse personagem tão querido! Vamos recordar?

“Eu sabia que você era idiota, mas não a nível executivo!”
“Que que foi, que que foi, que que há? Digo…”
“Não há nada mais trabalhoso do que viver sem trabalhar!”
“A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena.”
“Não existe trabalho ruim. O ruim é ter que trabalhar.”
“Mas tinha que ser o Chaves mesmo!”
“As pessoas boas devem amar seus inimigos.”
“Olha os churros! Churros!”
“Sou pobre, porém honrado!”
“Isto é uma caliúnia! Uma caliúnia! Você sabe o que é uma caliúnia?”
“Por 100 mangos eu posso até ser a madrinha do casamento!”
“Só não te dou outra porque…”
“Como ousa me acordar às 10 da madrugada, Chaves?!
“Puxa, repuxa, recontrapuxa!”
“Estou juntando para te dar tudo de uma vez, um montão no fim do ano.”
“Vá ver que horas são na Catedral de Londres.”
“Lembre-se que eu sou um velho lobo do mar…”
“Chaves vai ver se a porca do vizinho botou um ovo!”
“Somente as pessoas ruins sentem prazer em ver o sofrimento alheio”
“Chaves, a diferença entre as duas Alemanhas é simples, é que de um lado se toma Vodka, e do outro cerveja.”
“Não estou triste porque não arranjei emprego. Estou triste porque consegui arranjar.”
“É como se fosse naquele programa do pede mais um!”
“Você sabe quanto custa trazer um artista do estrangeiro? Ainda mais sendo de outro país?”
“Claro! São todas iguais, primeiro amor, amor, amor! Depois vem a cacetada!”
“Chapéu, sapatos ou roupas usadas quem tem!”
“Essa caveira significa prerigo! PRE-RI-GO!”
“São todas Iguais, primeiro ficam com o chapéu, depois acabam ficando com a carteira.”
"Estou falando com a mula, não com seus carrapatos!"
"Devemos perdoar as ofensas, devemos perdoar as afrontas... Devemos perdoar os aluguéis atrasados!"
"Vá até a esquina e veja se meu burro está bem amarrado!"
"Pra aprendermos outro idioma temos que estudar anatomia, já que a língua faz parte do corpo humano."
"Mas é muita barriga, Senhor Bondade... Digo, digo... "
"Tá me chamando de troglodita? Ah, bom... Pensei que tivesse dito poliglota."
"Atores vemos, costumes não sabemos!"
"Tem uma coisa que não inventaram, e que eu estou a ponto de inventar, são as bolas feitas com bochechas de moleque aloprado!"
"Sabe o que eu faço quando gritam comigo? Eu vou pra minha casa..."
"Se soubesse que tinha mandado um idiota fazer isso, tinha ido eu mesmo."
"Posso não ter um centavo no bolso, mas tenho um sorriso no rosto e isso vale mais que todo dinheiro do mundo."
"Minha senhora, se acha que pode me comprar com alguns presentinhos, eu vou lhe dizer uma coisa... eu aceito!"
"Eu sempre deixo as vagas de empregos para os mais jovens, e venho adotando essa nobre atitude desde os meus 15 anos!"
"O porco perde os dentes, mas não perde a barriga."
"Vocês não podem viver um único dia em paz?! Em paz: P,A,S, paz!”
"O burro empaca perto do trigo…"
"Quando a fome aperta, a vergonha afrouxa…"
"Como dizia meu velho avô: ‘Se quiser vir a ser alguma coisa, que devore os livros!"
"Estou juntando para te dar tudo de uma vez, um montão no fim do ano."
"Isso é a primeira coisa que se deve ensinar na escola: a prenunciação."
"Acontece que o Quico está perguntando quem foi Cristóvão Colombo e Cristóvão Colombo foi quem descobriu o México. Tem que se estudar, Chaves, para não ser burro."
"O quê? Na escola nunca te ensinaram botânica? Bogotá é um país!"
"Isto aqui é gesso, gesso, J-E-S-O, “gesso”. Está faltando o acento, mas o que esse burro vai saber?"
"Sabe como é, todo esse tipo de porcarias: papéis, lixo… Florinda!"
"Para o amor não há barreiras. Todas se rompem!"
"Pra que comparar minha humilde casinha com um hotel tão luxuoso? Seria o mesmo que compararmos a senhora com a Maitê Proença!"
"Moça bonita! Moça bem feita! Moça formosa…"
"Só não te dou outra porque…"
"Mas que diabos…"
"Pois saiba que eu tenho o suficiente para pagar até a sua risada!"
"Com um colaborador como o Chaves, o êxito da venda de balões está totalmente assegurado!"
"Uma licencinha pro Madruguinha que vai tomar um cafezinho!"
"Sou um cidadão consciente, não fanático!"
"Mas é de enlouquecer!"
"Se eu fosse o Professor Girafales, sabem o que eu diria? Que vocês se colocaram entre a mulher que eu amo e eu. Sim, ela também me ama, porque temos um compromisso de ternura. E tenho certeza do amor dela, e ela do meu. E vocês o que fazem? Querem separar dois corações que batem ao mesmo tempo quando estão juntos? Assim, olha! Ah, mas o que vocês não sabem que para o amor não há barreiras… Todas se rompem! E vocês o que fazem? O quê? Vocês vão agora querer impedir que duas almas gêmeas que tanto se desejam fiquem juntas? Está certo. Eu vou ser o mensageiro do amor, sem me importar com as pancadas que eu vou receber. Porque ninguém, absolutamente ninguém vai impedir a luta, a luta que eu vou travar, com o objetivo de unir essas duas almas! E é por isso que o coração, que o coração bate forte! Tenho dito! Nada vai me deter! Nada!"
"Higiênicos churros de Dona Florinda… Ai que droga! Velha ridícula!"
"Vocês são moles com M de muito e medrosos com M de máximo. E além de moles com M de muito e medrosos com M de máximo, vocês são metidos com M de mal criados e medíocres com M de pátio da vila! ‘Mas pátio da vila não tem M!’ É dos muros em volta."


Bônus: confira um vídeo com várias pérolas do Seu Madruga!



Seu Madruga na rede!

E não é novidade pra ninguém que, sendo o personagem mais querido de toda a Turma do Chaves, o Seu Madruga tenha ganhando inúmeras homenagens de fãs do mundo todo pela rede. São paródias, charges, histórias em quadrinhos, montagens, enfim, diferentes formas de relembrar o saudoso Ramón Valdez e manter a sua memória viva entre nós! Um exercício fabuloso de criatividade e afeição a esse grande ídolo. Abaixo, então, selecionamos algumas imagens coletadas ao longo de anos na internet. Esperamos que você aprecie esta grande festa do humor!















Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...